O verdadeiro problema a ser enfrentado é que a população de seres humanos na Terra cresceu muito no passado recente e parece que continuará a crescer de forma insustentável nas próximas décadas. Os dados a seguir são do World Population Clock – Worldometers.

No ano 1 da Era Cristã, a população de seres humanos na Terra era de apenas 200 milhões, e só em 1500 chegou a dobrar para 400 milhões. Em 1650, já era de meio bilhão. Em 1804 chegou a 1 bilhão e em 1927 a 2 bilhões.
Em 1960 – ano em que eu nasci – éramos 3 bilhões. Em 1975 chegamos a 4 bilhões, em 1987 a 5 bilhões e em 1999 a 6 bilhões, ou seja, dobrou em menos de 40 anos. Se as previsões se confirmarem, chegaremos a 7 bilhões em 2013, a 8 bilhões em 2027 e a 9 bilhões em 2045.
Assim, se Deus quiser e eu conseguir chegar vivo até o final de 2045, terei 85 anos de idade e o nosso planeta provavelmente o triplo da população de seres humanos em relação a quando eu nasci. Esse é o verdadeiro problema a ser enfrentado! Essa população precisará – pelo menos – se alimentar, quem sabe se vestir e se calçar (da forma como lhes convém), encontrar uma moradia, trabalhar ou fazer algo parecido, enfim, essa população consumirá recursos e energia como nunca antes se produziu.
Ou, como diria alguém, “nunca antes na história” desse nosso planeta precisaremos ser tão eficientes e sustentáveis em tudo o que se faz e que ainda precisa ser feito, se permanecermos por aqui.
A ONU prevê que a população de seres humanos na Terra passará de 10 bilhões em 2100, mas se estabilizará em pouco menos de 11 bilhões em 2200. O verdadeiro desafio para a espécie humana é chegar lá, mantendo o planeta habitável…
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