A utilização do carvão mineral como fonte de energia para a geração de eletricidade não para de crescer em todo o mundo, e o uso da energia nuclear continua caindo. Pelo menos, é o que está ocorrendo nesse início de Século XXI.
Em 2006 (últimos dados publicados), as centrais termoelétricas a carvão produziram 41% da eletricidade global (38,1% em 1999). Em 2006, as centrais nucleares produziram 14,8% da eletricidade global (17,2% em 1999).
O carvão mineral é abundante e barato em todo o mundo, menos no Brasil. Por aqui, fomos abençoados com um enorme potencial hidroelétrico…
O realmente moderno é construir centrais térmicas limpas que utilizam o carvão mineral, mas que já não emitem nem fuligem, nem SO2. É o que estão fazendo na China, contava outro dia o New York Times.
Modernos são os chineses.
Ref.: World Coal Institute
China far outpaces U.S. in building cleaner coal-fired plants
O post acima é uma tradução livre do blog CO2, de Antón Uriarte. Para ver o original, clique aqui
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