A Grande Farsa do Aquecimento Global

O documentário The Great Global Warming Swindle foi produzido para o Channel 4 britânico e foi ao ar em 8 de março de 2007.

O Programa

O documentário traz argumentos de alguns cientistas que discordam do “consenso” que prevalece sobre o dióxido de carbono liberado pela atividade humana ser a causa da elevação das temperaturas globais atualmente.

Há um consenso em relação ao clima da terra estar mudando, pois sempre o fez. Há um consenso também em relação a que houve um aquecimento recente. Mas alguns pensam que o aquecimento é por nossa causa, enquanto outros acreditam que nós não temos nada a ver com ele.

O documentário argumenta que a elevação da quantidade de dióxido de carbono na atmosfera não tem relação com as mudanças do clima. Além disso, a visão simplista atual de reduzir as emissões de carbono pode ter conseqüências não intencionais no efervescente desenvolvimento no terceiro mundo, prolongando a pobreza e doenças endêmicas.

Pesquisas apresentadas no documentário mostram aparentemente que o efeito da radiação cósmica e a atividade solar podem explicar as flutuações nas temperaturas globais com maior precisão que a teoria do dióxido de carbono.

Uma explicação alternativa para a elevação na temperatura global é baseada em pesquisas feitas no Centro Dinamarquês do Espaço. Na história da terra, quando se verificam aumentos na atividade solar, a formação de nuvens na terra diminui significativamente e ocorre elevação da temperatura.

“A atividade solar, durante várias centenas de anos, se correlaciona com a temperatura, tomando-se como base períodos decenais”.

Um respeitado queniano, especialista em desenvolvimento, diz: “Não vejo como um painel solar pode impulsionar uma indústria de aço, como um painel solar pode impulsionar uma rede ferroviária… Estão tentando matar o sonho africano, e o sonho africano é desenvolver-se. Estão nos dizendo para não tocarmos em nossos recursos, não tocarmos em nosso óleo, não tocarmos em nosso carvão; isso é suicídio”.

Embora o documentário apresente depoimentos de uma impressionante relação de especialistas, a maioria dos cientistas acredita que os argumentos estão ultrapassados e que são contestáveis por uma recente pesquisa realizada no laboratório Rutherford Appleton pelo professor Mike Lockwood.

Os Argumentos

Os 4,5 bilhões de anos de história da terra são uma longa história de mudanças climáticas. Este fato é aceito por unanimidade, tanto por aqueles que acreditam que o aquecimento global é um processo natural, quanto por aqueles que acreditam que é causado pelo homem.

Na história mais recente, houve: uma mini idade do gelo no século XVII, em que o rio Tâmisa se congelava tão solidamente que várias atividades podiam regularmente ser realizadas no gelo; um período medieval até mais quente do que o atual; e o ensolarado período conhecido como Máximo do Holoceno, o mais quente nos últimos 10.000 anos.

Aqueles que acreditam que o aquecimento global é um processo natural apontam o fato de que, nos últimos 10.000 anos, os períodos mais cálidos aconteceram bem antes dos seres humanos começarem a produzir quantidades significativas de dióxido de carbono.

Uma análise detalhada nas recentes mudanças climáticas revela que as temperaturas se elevaram antes de 1940, mas caíram inesperadamente durante o crescimento econômico do pós-guerra, quando as emissões do dióxido de carbono incrementaram-se dramaticamente.

Há algumas evidências para sugerir que variações do dióxido de carbono estão defasadas das variações nas temperaturas por mais de 800 anos e conseqüentemente não podem ser a causa delas.

No modelo de efeito estufa do aquecimento global, o calor dos raios do sol é retido por gases estufa na atmosfera. Se não fosse por esses gases, a terra seria fria demais para a vida.

O calor do sol é capturado pelos gases estufa na atmosfera da terra. Este é o efeito estufa. Os modelos tradicionais predizem que concentrações crescentes de gases estufa conduzem a elevações das temperaturas.

Se o aquecimento da “estufa” estiver mesmo acontecendo, então os cientistas predizem que a troposfera (a camada da atmosfera da terra que fica de 10 a 15 quilômetros acima de nós) deve se aquecer mais rapidamente do que a superfície do planeta, mas os dados coletados pelos satélites e pelos balões meteorológicos parecem não dar suporte a esse modelo.

Aqueles que acreditam que o aquecimento global é um processo natural dizem que a troposfera não está se aquecendo porque os gases estufa produzidos pelo homem não estão causando o aquecimento do planeta.

Para alguns, o prego final no caixão da teoria do efeito estufa dos gases produzidos pelos seres humanos é o fato de o dióxido de carbono estar sendo produzido em quantidades muitíssimo maiores por vários meios naturais: as emissões humanas são minúsculas na comparação. As emissões vulcânicas e o dióxido de carbono produzido pelos animais, pelas bactérias, pela deterioração natural da matéria orgânica e pelos oceanos, ultrapassariam a nossa própria produção diversas vezes.

Outros argumentariam que o dióxido de carbono não é o único gás estufa e que as emissões humanas poderiam declinar em um sistema complexo, mas finamente balanceado.

Novas evidências mostram que a radiação que vem do sol varia (e a atividade das manchas solares é uma forma de monitorar isto) e que a terra parece corresponder, aquecendo-se e resfriando-se. A atividade solar reflete-se quase que perfeitamente nas inúmeras variações das temperaturas nos últimos 100 anos. Correlaciona-se bem com o mergulho anômalo das temperaturas no pós-guerra, quando as concentrações globais de dióxido de carbono estavam se elevando.

De fato, o que se sabe sobre a atividade solar no decorrer de vários séculos correlaciona-se muito bem com as temperaturas. Isto é o que alguns cientistas estão começando a acreditar que causa as mudanças climáticas. Outros acham que a atividade solar explica apenas os mínimos detalhes das mudanças de temperaturas.

Então, como o sol afeta a temperatura na terra? O processo que os cientistas sugerem é que, enquanto a terra se move através do espaço, nossa atmosfera é bombardeada constantemente por raios cósmicos, sempre presentes. A água que então se evapora dos oceanos forma nuvens na atmosfera. As nuvens encobrem a superfície da terra da radiação do sol e têm um efeito de resfriamento.

Quando a atividade solar é elevada, há um aumento do vento solar e este tem o efeito de reduzir a quantidade de radiação cósmica que atinge a terra.

Quando menos radiação cósmica alcança a terra, poucas nuvens são formadas e o efeito da radiação do sol que incide diretamente sobre a superfície é o aquecimento do planeta.

Mas o efeito da atividade solar é suficiente para explicar o aquecimento global e descarta o causado pelo efeito estufa? Este é ainda um ponto controverso.

Quem aparece no documentário:

Prof. Tim Ball
Departamento de Climatologia
Universidade de Winnipeg

Prof. Nir Shaviv
Instituto de Física
Universidade de Jerusalém

Lord Lawson of Blady
Ex-Chanceler do Tesouro do Governo Britânico

Prof. Ian Clark
Departamento de Ciências da Terra
Universidade de Ottawa

Dr. Piers Corbyn
Físico Solar, previsor do clima, Weather Action

Prof. John Christy
Departamento de Ciências Atmosféricas
Universidade de Alabama em Huntsville

Prof. Philip Stott
Departamento de Biogeografia
Universidade de Londres

Prof. Paul Reiter
Instituto Pasteur, Paris

Prof. Richard Lindzen
Departamento de Meteorologia
Instituto de Tecnologia de Massachusetts, MIT

Patrick Moore
Co-fundador do Greenpeace

Dr. Roy Spencer
Líder de Equipe de Satélites Meteorológicos da NASA

Prof. Patrick Michaels
Departamento de Ciências Ambientais
Universidade de Virginia

Nigel Calder
Ex-Editor da revista New Scientist
Co-Autor do livro “The Chilling Stars”

James Shikwati
Economista e Autor

Prof. Syun-Ichi Akasofu
Diretor do Centro Internacional de Pesquisas do Ártico, IARC

Prof. Frederick Singer
Ex-Diretor do Serviço Meteorológico Norte-Americano

Prof. Carl Wunsch
Departamento de Oceanografia
Instituto de Tecnologia de Massachusetts, MIT

Prof. Eigil Friis-Christensen
Diretor do Centro Espacial da Dinamarca

Paul Driessen
Autor do livro “Green Power, Black Death”

29 Respostas para “O Filme”


  1. 1 joão flávio barili alves 17 maio 2008 às 8:21 pm

    Será que dava pra comprar um horário nobre na sexta feira na Rede Globo, com direito a reprise no domingo à noite, e passar em rede nacional? O lado ambiental-xiita faz exatamente isso. E aqueles que pensam de uma forma um pouco diferente sobre o assunto, quando expõem suas ideias, são massacrados em praça pública. Contra-propaganda também é uma arma. Quanto ao filme, fantástico. É bom ver gente competente e com credibilidade falando sobre o tema, e não apenas as vedetes atrás de espaço na mídia e a serviço de interesses mal intencionados.

  2. 2 Mario 18 maio 2008 às 10:23 am

    Caro João Flávio,

    Eu coloco à sua disposição a versão do filme em alta resolução e com legendas em português do Brasil, editadas e revisadas por mim. Em breve, vou tentar disponibilizá-la na Internet. Fique à vontade para contatar a Globo, ou mesmo outra emissoras.

    Abraço,

    Mario

  3. 3 Luciano 27 novembro 2009 às 5:16 pm

    Eu gostaria de obter uma cópia do filme A Grande Farsa do Aquecimento Global, legendado em portugues.
    Como devo proceder?
    Obrigado

  4. 4 Luna Moreira 20 dezembro 2009 às 6:42 pm

    Boa noite,

    como faço para ter acesso ao filme?

  5. 6 Déia 30 dezembro 2009 às 1:06 am

    Eu tenho no Rapidshare o documentário todo… se quiserem envio ao site, mas não quero atropelar a postagem.
    Abraços e parabéns.
    Déia

  6. 7 Ingrid Oliveira Campos Assis 04 março 2010 às 5:35 pm

    Oie pessoal,
    Simplesmente, esse filme é horrível!
    Credo!

  7. 8 magrock 08 maio 2010 às 10:27 pm

    Tudo faz parte de um plano muito mais audacioso e maléfico à vida humana. Agora, com relação à Globo, é mais fácil você ir no além e trazer Elvis Presley de mãos dadas com os Kennedy, ambos de chinelo, bermuda e sem camisa, do que a Globo sequer passar um trailer desse filme.

  8. 10 Regina 10 maio 2010 às 8:52 am

    Olá Mario,
    Li num artigo – que você já deve ter visto, na New Scientist – que alguns gráficos apresentados no filme foram “fabricados” (segue o link: http://www.newscientist.com/channel/opinion/dn14379-why-climate-swindle-film-is-dangerous-despite-ruling.html).
    Apesar do tal artigo parecer tendencioso, você também percebe algum exagero ou distorção em alguns dados do filme?
    Desculpe-me se a minha dúvida não for pertinente, mas sou leiga no assunto e estou tentando entender melhor o que se passa.
    Desde já, agradeço a atenção.

    • 11 Mario 10 maio 2010 às 9:17 am

      Olá Regina, eu acho esse documentário um bom contraponto ao “senso comum”, e foi a partir dele que iniciei esse blog. Se alguns dados foram massageados ou maquiados, acho que não comprometem significativamente a idéia central. O artigo a que você se refere é de julho de 2008, e de lá para cá, muitos dados foram “fabricados”. O documentário Uma Verdade Inconveniente foi muito além. Os relatórios do IPCC, da NASA, o ClimateGate, os recentes escândalos sobre os créditos de carbono, são tantas manipulações que fica difícil saber em que confiar. Por definição, desconfie de tudo. E busque a sua verdade…

  9. 12 Regina 10 maio 2010 às 10:00 am

    “Se alguns dados foram massageados ou maquiados, acho que não comprometem significativamente a idéia central”: sim, era essa a minha dúvida. Pois é, essa mania de desconfiar de tudo está me levando a uma verdade triste e assustadora. Mas ainda mais triste é não vê-la. Agradeço, mais uma vez, pela atenção, pela clareza e por prestar um serviço tão necessário.

  10. 13 Jussara Costa de Freitas 13 maio 2010 às 3:20 pm

    Como posso comprar esse filme pela internet?

  11. 14 clivio 07 setembro 2010 às 10:56 pm

    Como ver o filme, e como fazer uma associação para combater estes filhasss?

  12. 16 Aureo Gaspar 19 setembro 2010 às 8:13 pm

    Prezado Mário, parabéns pelo blog, traz-nos muitos questionamentos. Como a pesquisa científica tende a ser enviesada pelas crenças e valores do pesquisador, certamente seria de grande valia conhecermos as fontes de financiamento de cada cientista citado. O jornalista Alvin Toffler usava como método investigativo tentar encontrar os interesses ocultos no discurso dos seus entrevistados. Talvez seja este um bom caminho para entrevermos o que pode haver no discurso daqueles que sustentam o aquecimento global causado por humanos e aqueles que a ele se opõem.

  13. 17 Arilson 20 setembro 2010 às 7:17 am

    Dizer que o sistema é isso e aquilo, que é insensível e tal, é bobagem, ele é sensivel sim, mas não pelo que o ser humano pensa, é muito mais racional e mais evidente – e bota evidencia nisso – que as manchas solares e os raios cósmicos façam esse trabalho! Parabéns, tem que passar no horário nobre!

  14. 18 Aureo Gaspar 20 setembro 2010 às 9:30 pm

    Mário, boa noite. Pesquisei um pouco mais e encontrei um interessante contraponto: Climate cover-up: The cruzade to deny global warming. James Hoggan / Greystone Books, Vancouver, Toronto, 2009. Pelo que vi, este autor apresenta evidências de que a maior parte dos cientistas que minimizam as causas antropogênicas do aquecimento, ou mesmo negam que este ocorra, têm financiamento ou suporte de indústrias petrolíferas, de carvão, automobilística, da extrema direita norte-americana e grupos religiosos. Vejo que alguns querem ‘combater os filhasss’ sem sequer ter o trabalho de buscar a verdade, como você se propôs. Cada vez mais me convenço de que precisamos pesquisar mais.

    • 19 Paulo 07 maio 2012 às 8:33 am

      Caro Aureo Gaspar, tenho grande interesse em entender e conhecer melhor esse aspecto (fundamental) que levantas. Quem financia quem? Em particular, os que negam a ação humana (ou melhor os efeitos de um determinado modo de produção da vida) nas mudanças que acontecem com o meio ambiente (e nós, humanos somos parte dele) não tocam nos interesses de grandes corporações que obtêm lucros fantásticos com o uso dos combustiveis convencionais e não investem em novas fontes menos poluidoras de energia. Se puderes, me envies os dados que obtivestes. Grato, Paulo César

  15. 20 Sofia 21 abril 2011 às 5:49 pm

    Oi Mario, vi recentemente o filme e fiquei pensando em uma série de coisas para as quais me mantinha fechada. De fato, o filme é intrigante demais, e é importante conhecermos as várias visões e estudos sobre determinado assunto para que possamos formar uma opinião convicta. Eu ainda estou formando a minha. Uma pergunta que te faço é: o CO2 sendo ou não a causa do aquecimento global, não anula a necessidade que temos de mudar muitos de nossos hábitos, não acha? afinal de contas, problemas ambientais (e sociais) não se resumem ao aquecimento. Abraço!

    • 21 Mario 21 abril 2011 às 9:19 pm

      Olá Sofia, grato pelo seu comentário. Eu acho que o CO2 não é um problema, mas uma solução. O CO2 e a água são a base da vida, tal e como a conhecemos. O pequeno incremento na concentração de CO2 na atmosfera, se é mesmo devido à atividade dos humanos, é uma bênção para vida no nosso planeta. Como engenheiro agrônomo, o que eu vejo por aí é a vegetação em geral cada vez mais exuberante, e as lavouras cada vez mais produtivas. Se somos muitos, logo seremos ainda mais, e talvez seja o caso de repensarmos nossos hábitos. Mas devemos pensar e agir localmente, fazendo as coisas que estão ao nosso alcance, no nosso entorno… saneamento básico, saúde, educação e pouco mais, já seria bom demais…

  16. 22 Dix Mcbridge 30 agosto 2011 às 8:58 pm

    Olá Mario, li num artigo – que você já deve ter visto, na New Scientist – que alguns gráficos apresentados no filme foram “fabricados” (segue o link: http://www.newscientist.com/channel/opinion/dn14379-why-climate-swindle-film-is-dangerous-despite-ruling.html). Apesar do tal artigo parecer tendencioso, você também percebe algum exagero ou distorção em alguns dados do filme? Desculpe-me se a minha dúvida não for pertinente, mas sou leiga no assunto e estou tentando entender melhor o que se passa. Desde já, agradeço a atenção.

    • 23 Mario 02 setembro 2011 às 1:41 pm

      Se os gráficos apresentados no filme eventualmente foram exagerados ou distorcidos, o fato é que, para mim, os argumentos e os pontos de vista defendidos no documentário são mais que pertinentes. De lá para cá, o que temos visto em oposição a isso tem sido muito contestado, como o famoso gráfico do taco de hóquei de Michael Mann, ou o não menos famoso gráfico do filme do Al Gore…

  17. 24 Fernando 02 abril 2012 às 10:49 am

    Não adianta ninguém tentar fugir da problemática ambiental, como que não fazemos parte dessa destruição, hoho, estamos é tampando o sol com a peneira e fugindo da realidade! Do que adianta ter lavouras cada vez mais produtivas… certamente aonde estão essas lavouras, era mata preservada, e o que estamos fazendo, destruindo! Os EUA possuem 2% da sua mata preservada e ainda falam que não somos culpados por isso, francamente! Vivemos em uma era do consumismo, já não se tem mais aonde jogar tanto lixo! O ser humano tem grande parcela no aumento da temperatura sim! Vejam dados das geleiras que existem, estão se acabando ano após ano e não venham querer me dizer que isso é natural por que nunca foi! Se tem culpados nessa história, somos nós mesmos que não sabemos usar os recursos naturais de forma correta entre tantas outras coisas! Enfim, é uma vergonha o que fazemos, recomendo assistirem o filme “Uma Verdade Inconveniente”!

  18. 25 jose martins 18 abril 2012 às 9:35 am

    Estou escrevendo um TCC sobre créditos de carbono, solução ou ilusão. Este domentário é primordial.

  19. 26 Heraldo Pereira dos Santos 11 maio 2012 às 11:40 pm

    Gostaria de alguma forma de participar, contribuir e fazer força contra essa teoria mentirosa do aquecimento global, alguma coisas contra esse sistema fraudulento tenho visto no site do verdade oculta. Agradeço a coragem de todos e até uma outra oportunidade. Atenciosamente, Heraldo

  20. 27 Rodolfo 25 maio 2012 às 6:18 pm

    Para quem se interessar, esse filme está no youtube completo e com legendas em português do Brasil.


  1. 1 Os números de 2010 « A Grande Farsa do Aquecimento Global Trackback em 02 janeiro 2011 às 8:02 am

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