“Not Evil Just Wrong”

O custo real da histeria sobre o aquecimento global

Alarmistas do aquecimento global querem que os norteamericanos em particular e o mundo em geral acreditem que nós, os humanos, estamos matando o planeta. Mas “Not Evil Just Wrong” (não perverso, apenas errado), o novo documentário de Phelim McAleer e Ann McElhinney, prova que as únicas ameaças de Al Gore e seus aliados do extremismo ambientalista para o mundo são a ciência falha e a retórica de que “o céu cairá sobre as nossas cabeças”.

O filme conduz o extremismo ao campo das realidades. “Desligue as luzes. Desligue a calefação quando chegar o frio. Desligue o ar-condicionado quando chegar o calor”, diz um homem na rua. “E então pense sobre isso”.

“Not Evil Just Wrong” avisa os norteamericanos de que os seus empregos, seus estilos de vida ‘modestos’ e os sonhos para seus filhos estão em jogo. Indústrias que dependem de combustíveis fósseis continuarão a ser prejudicadas se o governo deles impuser regulamentos que acabarão com empregos em uma economia em recessão. Pequenas cidades do interior, como Vevay, no Estado de Indiana, passarão a ser bastiões do desemprego e da pobreza. Chefes de família como Tim McElhany em Vevay perderão seus empregos – e terão de começar a pedir dinheiro emprestado outra vez para comprar pão para as suas famílias.

Os danos que serão causados não se justificam pela ciência. “Not Evil Just Wrong” expõe as decepções que os especialistas, os políticos, os educadores e os meios de comunicação têm impingido como alimentação forçada ao público durante anos. A poluição produzida pela atividade humana não está derretendo as calotas polares. O nível do mar não irá subir de 6 a 7 metros em um flash. E só estão morrendo por causa do homem os ursos polares que tentam comer homens.

McAleer e McElhinney desmascaram o que, por um tempo, foi a arma mais poderosa de desinformação do movimento ambientalista, o infame gráfico que atribuía uma impressionante elevação supostamente única de aquecimento no Século XX ao homem. Eles também quebram o mito de que os anos mais quentes nos Estados Unidos foram de 1998 a 2006. O ano mais quente foi 1934 e a década mais quente foi a década de 1930 – quando havia a metade das pessoas e não haviam SUVs ou jatos Jumbo.

Mas ambientalistas como o ator Ed Begley Jr. e Leo Murray, de “Plane Stupid”, que aparecem no filme, não vão dizer isso. Em vez disso, Begley derrama lágrimas falsas para ex-presidiários para os quais são oferecidos empregos “verdes”, e Murray desacredita o transporte aéreo como a pior indulgência do mundo moderno. Suas reivindicações histéricas têm enganado muitas pessoas a acreditar que o dióxido de carbono, um elemento que é essencial à vida, é um veneno.

Organizações como o Greenpeace, cujos excessos são severamente condenados em “Not Evil Just Wrong” por um de seus fundadores, Patrick Moore, persistentemente utilizam o mesmo tipo de propaganda com a qual os líderes mundiais solicitaram a proibição do DDT. Eles acreditaram em cenários apocalípticos como o da ambientalista Rachel Carson sobre o mata-mosquitos, e o resultado é que milhões de crianças no Terceiro Mundo podem ter sido infectadas pela malária e morrido.

As notas documentais mostram que a Organização Mundial de Saúde levantou a proibição sobre o DDT em 2006, mas Al Gore e seus aliados não aceitam o veredito mais do que eles vão aceitar a “ciência” e alguns descontos em suas teorias sobre o aquecimento global. Eles estão determinados a por a culpa por tudo nos seres humanos.

Not Evil Just Wrong

O post acima é uma tradução livre da sinopse do documentário. Para ver a original, clique aqui. O lançamento mundial será no domingo, dia 18/10

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