Poucos furacões

Centenas de páginas de sisudos economistas calculam os hipotéticos prejuízos futuros causados por catástrofes climáticas em regiões costeiras. Diziam que aumentariam com o aquecimento global, à medida que as águas tropicais se aquecessem.

No entanto, a atividade ciclônica mundial (furacões, tufões, ciclones e tornados) parece ser a mais baixa dos últimos 30 anos. Ou o mar não se aqueceu o suficiente, por culpa do CO₂, para que se verificassem as previsões, ou a teoria simplista não se sustenta. A teoria parece não se ajustar aos fatos, ou, como diz o Prof. Tim Ball, os fatos não se ajustam à teoria…

O gráfico a seguir representa a evolução do índice de Energia Acumulada em Ciclones (ACE, em inglês) que a agência norte americana NOAA utiliza para definir a atividade ciclônica. São médias móveis de 12 meses e incluem o Atlântico, o Pacífico e o Índico. O índice ACE soma a força, a duração e a extensão de todos os ciclones existente a cada seis horas.

Global year ACE

Ref.: Ryan Maue’s Seasonal Tropical Cyclone Activity Update

O post acima é uma tradução livre do blog CO₂, de Antón Uriarte. Para ver o original, clique aqui

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