Carta aberta aos delegados do clima em Copenhague

“Caros líderes,

Espero que a Conferência de Copenhague considere o que o escândalo ‘ClimateGate’ está dizendo a todos nós: que o aquecimento global antropogênico é uma fraude.

Como português, temos boas evidências históricas de que o nosso país foi mais quente no passado. Sabemos que o Período Quente Medieval foi real e soubemos lidar com as suas consequências. Foi então que Portugal e Espanha descobriram uma considerável parte do mundo, desconhecido àquela época. Sabemos também que a Pequena Idade do Gelo foi mais fria, e que foi um dos piores períodos da história portuguesa. Isto é o que o nosso passado nos diz claramente: que as mudanças climáticas vêm ocorrendo o tempo todo!

O que descobrimos nas últimas duas semanas é que a cúpula dos cientistas envolvidos no Aquecimento Global criou, manipulou e excluiu dados climáticos nas últimas décadas. O que também sabemos é que o CO₂ é fundamental para a vida na Terra, seja ela vegetal ou animal. E o que nós sabemos é que o calor que a Terra retém, e que também suporta a vida neste planeta, nós o obtemos do Sol.

Espero que todos e cada um dos delegados em Copenhague não se associe com a maior fraude científica de todos os tempos. Espero também que vocês se lembrem do que a história nos diz, e que não sejam lembrados no futuro como os mais ridículos humanos da história da Terra.

Atenciosamente,

Ecotretas
ecotretas@gmail.com”

O post acima é uma tradução livre do blog Ecotretas. Para ver o original, clique aqui

.

8 Responses to “Carta aberta aos delegados do clima em Copenhague”


  1. 1 Pedro Severino de Souza 05 dezembro 2009 às 9:21 pm

    Al Gore pode perder o Oscar, por falta de credibilidade
    http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1404295-10406,00-AL+GORE+PODE+PERDER+O+OSCAR+POR+FALTA+DE+CREDIBILIDADE.html
    Daqui a três dias, vai começar na Dinamarca, a conferência sobre as mudanças do clima no planeta. Mas um escândalo estourou antes disso.
    A revelação de mensagens trocadas entre cientistas levantou suspeitas sobre pesquisas que mostram o aumento da temperatura da terra.
    E até o Oscar do ex-vice presidente americano está ameaçado.
    “Uma Verdade Inconveniente”, o filme de Al Gore sobre o aquecimento do planeta ganhou o Oscar em 2007 e o ajudou a vencer o Nobel da Paz.
    Mas agora, o ex-vice-presidente americano enfrenta uma outra verdade inconveniente. Dois integrantes da academia americana de cinema querem tirar o Oscar de Al Gore, porque a credibilidade do documentário está sob suspeita.
    Vários e-mails foram roubados da unidade de pesquisa climática da Universidade East Anglia, na Inglaterra. Eles levantam a suspeita de que os pesquisadores teriam alterado dados para comprovar o aquecimento global.
    Em um dos correios eletrônicos, o pesquisador Phil Jones, que já recebeu mais de U$ 10 millhões para estudar o clima, diz: “Apliquei um truque para aumentar as temperaturas reais de cada série dos últimos 20 para esconder o declínio”.
    Phil Jones, que renunciou ao cargo há três dias, estaria manipulando dados sobre o clima nas décadas passadas para esconder uma informação: a de que, em comparação com os dias de hoje, teria havido uma redução da temperatura e não uma elevação.
    Jones alega que a frase foi citada fora de contexto, e que a palavra truque se refere a uma ideia inteligente, e não a uma farsa.
    O Centro de Pesquisa da Universidade fornece dados para o Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC) da ONU. Esse painel, que dividiu o Nobel da Paz, em 2007, com Al Gore, serve de referência para políticas mundiais sobre o meio ambiente.
    Primeiro, a ONU descartou a importância dos e-mails. Mas nesta sexta-feira, disse que vai esperar a investigação oficial para depois se pronunciar.
    Rejendra Pachauri, diretor do IPCC, disse: “Não queremos varrer nada para debaixo do tapete”.
    Fonte: Jornal Nacional, Rede Globo

  2. 2 Diogo 19 dezembro 2009 às 3:47 pm

    Olá EcoTretas,

    Pelo pouco que li deste blog deu para reparar que você é cético. Agora, com que bases afirma que o “climategate” é uma fraude? Afirma isso com base naquilo que a comunicação social diz? Se assim é, a mesma comunicação social que considera o “climategate” como uma grande fraude cientifica afirma que, o aquecimento global é antropogênico. Afirma, de forma etnocêntrica, “que Portugal e Espanha descobriram uma considerável parte do mundo, desconhecido àquela época.” Isto sim, é uma grande fraude!

    “Isto é o que o nosso passado nos diz claramente: que as mudanças climáticas vêm ocorrendo o tempo todo!”
    Claro que sim! Já antes de haver humanos da forma que conhecemos, já haviam mudanças climáticas! O que aqui está em causa é que as nossas acções tem contribuído para o aceleramento dessas mudanças.

    “O que também sabemos é que o CO2 é fundamental para a vida na Terra, seja ela vegetal ou animal.”
    Sim! É verdade! Mas há um ditado popular que diz: “tudo o que é em demasia faz mal!”. Há uma coisa que nos esquecemos, as ações humanas não são ciclos fechados. Ao contrario das plantas, dos oceanos, que emitem CO2 para a atmosfera mas também o absorvem, nós, humanos, nossa industria, emitimos CO2 sem, depois, absorvê-lo.

    Quanto ao “climategate”, é preciso ter cuidado com as afirmações que se faz em relação a este caso, pois, as coisas ainda estão muito frescas e frases fora de contexto induzem-nos a interpretações erradas. Os mail’s foram roubados dos servidores da CRU, esta que por sua vez, está tentando obter financiamento por parte da Shell e da BP. Interessante, não é?

    Saudações,

    Diogo

    • 3 Mario 19 dezembro 2009 às 9:21 pm

      Caro Diogo,
      Leu pouco, mas escreveu à vontade…
      O post é uma tradução livre, não sou o autor. Aliás, o autor é um patrício seu, e o blog dele é também muito interessante, recomendo a leitura.
      Abraço.

      • 4 Eduardo Penna 11 janeiro 2010 às 12:11 pm

        Bela resposta do autor, tira a culpa de si e joga em outro, é facil criticar e especular sem nenhuma base científica, só mesmo o tempo e a história dirá quem está certo, tomara que tudo o que você copia de outro site seja verdade e que toda a destruição causada pelo homem até hoje não afete a natureza, pois sem ela uma coisa é certa: não estaremos aqui para discutir sobre a farsa ou não do aquecimento global.

  3. 5 Diogo 20 dezembro 2009 às 8:24 am

    Olá Mario,

    Peço desculpa pela confusão. É que quando fiz o comentário, estava navegando nos dois blogs, ou seja, neste e no “EcoTretas”, daí ter feito confusão. Mas se você colocou cá o texto é que concorda com ele. Sendo brasileiro é estranho concordar com aquilo que ele diz no seu total. Refiro-me à parte que diz; “Foi então que Portugal e Espanha descobriram uma considerável parte do mundo, desconhecido àquela época”. Acha mesmo? Ao aceitar isto parte do principio que o Brasil na altura ainda estava por descobrir e que foi Portugal que o povoou. É claro que não! Fizemos no Brasil o que fizemos em outros países, infelizmente, exploramos os recursos do seu país. Felizmente, o Brasil teve mais “sorte” que outros países e conseguiu livrar-se do domínio português, isto, graças a outro português, que por sede e ganância de poder, traiu o próprio país.

    Agora, você sabendo o porquê de ter escrito como se fosse o “EcoTretas”, gostava de perceber se ainda continua com a opinião; “Leu pouco, mas escreveu à vontade…”

    Saudações,

    Diogo

    • 6 Mario 20 dezembro 2009 às 10:24 pm

      Caro Diogo,
      A carta original do colega foi escrita em inglês, e o que eu fiz foi traduzi-la. Não é uma questão de concordar ou discordar integralmente, mas de respeitar o autor. Entendi perfeitamente o contexto e o recado, e por isso, tratei de reproduzi-la em nosso idioma.
      Abraço,
      Mario

  4. 7 Lucas 20 dezembro 2009 às 8:23 pm

    A idéia de que o aquecimento global é provocado pela emissão antrópica de CO2 é uma lenda, pior do que aquela que dizia que a Amazônia era o “pulmão do mundo”.

    O aquecimento global é o mito mais pernicioso que já foi inventado desde o mito da “explosão demográfica”.

    O mito de que a explosão demográfica levaria ao caos e à fome e, ao fim do mundo, foi consolidado nos anos 1950 e 1960 e teve como principal resultado uma política neomalthusiana genocida de controle populacional nos países mais pobres da América Latina, África e Ásia, justamente entre os povos que poluem menos e consomem menos energia. Ou seja, ao invés de se combater a pobreza, o receituário ambientalista da época já defendia uma política fascistóide de combate aos pobres. Assim, ao invés de combate a pobreza, combate-se a proliferação dos pobres. Ao invés da distribuição de renda e do desenvolvimento, o genocídio.

    Hoje o mito do aquecimento global condena metade da população do planeta ao não-desenvolvimento. Estes países mais pobres estão praticamente proibidos de se industrializar, de usar energia elétrica e de resolver seus problemas básicos, de superar a miséria, gerando de emprego e distribuição de renda.

    Não podem fazer isto porque irão produzir CO2, gás estufa que contribui com apenas 3% do efeito estufa total, sendo que mais de 90% do efeito estufa é de responsabilidade do principal gás estufa, o vapor de água (H20).

    A principal fonte de CO2 no planeta são os oceanos, que liberam CO2 quando aquecidos e armazenam quando resfriados. Os oceanos produzem dezenas de vezes mais CO2 do que todas as atividades humanas.

    Além disto, estão sendo desconsideradas as reais razões para as grandes mudanças climáticas globais: no curto prazo as oscilações na atividade solar; no longo prazo as pequenas mudanças na inclinação do eixo da terra, que apesar de pequenas e lentas também estão relacionadas às glaciações e aos longos ciclos inter-glaciais.

    Sobre os ciclos inter-glaciais vale a pena ver o trabalho de Tardy, Yves (1997). “Geoquímica Global: oscilações climáticas e evolução do meio ambiente desde quatro bilhões de anos”. Estudos Avançados, vol.11, n.30, pp. 149-173. http://www.scielo.br/pdf/ea/v11n30/v11n30a11.pdf

    O mito do aquecimento global tem a mesma função político-estratégica do mito da “explosão demográfica”, criado para impedir o desenvolvimento dos países do terceiro mundo: estes não podem ter uma grande força de trabalho nem um grande mercado consumidor, pois irão se desenvolver. Se conseguirem se desenvolver e ter grandes populações podem se tornar poderosos e ter grandes exércitos, acabando com a dominação vinda do norte. Também não podem ter acesso a muita energia, muito menos barata. Pois se tiverem, vão se tornar mais desenvolvidos e poderosos, mudando a correlação de forças norte-sul.

    Para evitar isto, foi construído um mito pseudo-científico que é tratado pela mídia como verdade suprema incontestável. Ora, a ciência é intrinsecamente o reino da dúvida e do questionamento. Verdades absolutas e incontestáveis só têm espaço no reino da fé e da religião. Mesmo na religião, muitas verdades são relativas e flexíveis, e a fé é um ato individual. Verdades só não podem ser questionadas nas facções religiosas mais ortodoxas ou fundamentalistas.

    Muitos ambientalistas continuam defendendo que o “homem” provoca alterações no clima, nos moldes das crenças dos maias, astecas e outros povos que sacrificaram pessoas em rituais para controlar o sol e o clima. Até quando vamos continuar sacrificando milhares de vidas pela miséria, fome e doenças ligadas ao subdesenvolvimento, no altar do “ambientalismo” mais fundamentalista?

  5. 8 Portaldostrabalhos 08 janeiro 2010 às 3:50 pm

    Interessante as contradições! Gostei do blog.


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