Não mencionado

“Poucos desafios à América e ao mundo são mais urgentes que combater as mudanças climáticas”… dizia Barack Obama há apenas dois anos.

Ontem, durante o seu discurso sobre o Estado da Nação, o presidente Obama não mencionou nem uma só vez as expressões “mudanças climáticas” ou “aquecimento global”.

Mudanças climáticas catastróficas derivadas do aumento do CO₂ são um exagero, para não dizer uma mentira, e Obama, desde o ano passado, se escondeu no banheiro em Copenhagen, fugindo dos aborrecidíssimos europeus, e os driblou.

Quanto à energia, de petróleo os Estados Unidos andam mal, mas de carvão e de gás natural vão muito bem, obrigado. O carvão e o gás natural são as principais fontes de geração de energia elétrica deles, ainda que a propaganda pró-nuclear e pró-eólica tente fazê-los acreditar que se obtém do petróleo. As pessoas não são imbecis e, por fim, acabam descobrindo. Carvão e gás natural geram a eletricidade que é usada nos trens de alta velocidade e nos veículos elétricos. Obama agora já sabe. Os europeus em Bruxelas vão demorar um pouco mais…

Ref.:
Barack Obama less interested than Bush, analysis reveals
Cato Institute

O post acima é uma tradução livre do blog CO₂, de Antón Uriarte. Para ver o original, clique aqui

.

3 Responses to “Não mencionado”


  1. 1 Thiago Silva 04 maio 2012 às 3:51 pm

    Sou estudante de gestão ambiental, nunca acreditei muito que temos toda essa influência em nível global, porém, em nível local uma matriz energética como a da China, que tem uma parte considerável de sua energia sendo gerada através do carvão, não influencia negativamente no meio ambiente de tal maneira que cause problemas para uma geração futura?

    • 2 Mario 04 maio 2012 às 4:12 pm

      Caro Thiago, é isso mesmo, influência local. Você talvez não e lembre de Cubatão na década de 1970… mas poluição e suas consequências são uma coisa, e aquecimento global é outra coisa…

      • 3 Thiago Silva 04 maio 2012 às 6:54 pm

        Sim, é verdade, já li sobre o caso de Cubatão. Eu sei que são coisas diferentes, o que torna mais gritante o Protocolo de Kyoto nesse sentido. Como referência, o post “Emissões importadas”, sobre o Reino Unido.


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