“A inguinorância é que astravanca o pogresso”

Odorico Paraguaçu, personagem de Dias Gomes interpretado pelo saudoso Paulo Gracindo em “O Bem Amado”, teria dito novamente a frase acima nos últimos dias, por conta da Rio+20. Estamos sendo massacrados por notícias da “Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável” e dos inúmeros eventos paralelos que estão ocorrendo no Rio de Janeiro.

A cobertura na mídia sobre a Rio+20 e os desdobramentos vem sempre com as clássicas imagens “aterrorizantes” de arquivo, de terremotos, tsunamis e colunas de fumaça saindo de chaminés e, principalmente, das torres de resfriamento de usinas nucleares (como na imagem logo abaixo), enquanto a locução / texto fala dos gases de efeito estufa e/ou dos efeitos da atividade humana sobre o clima do planeta.

Quase todos sabem que terremotos e tsunamis não têm nada a ver com o clima, mas duvido que essa gente saiba que as colunas de fumaça branca saindo das chaminés hoje em dia são formadas essencialmente por vapor d’água. O dióxido de carbono – o gás da vida – é um gás incolor, inodoro e insípido. E no caso específico das centrais nucleares, o pior é que tem gente que quer nos convencer que se trata de “energia limpa”, pois essas usinas não emitem CO₂.

“Eu vim para confundir, não para explicar!” diria Chacrinha, o “Velho Guerreiro”…

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4 Responses to ““A inguinorância é que astravanca o pogresso””


  1. 1 Enio Augusto 20/06/2012 às 21:45

    Olá Mario, tudo bem? Hoje eu estava assistindo ao programa Vídeo Show quando saiu uma notícia de que a jornalista da Globo Sonia Bridi acabou de lançar um livro cujo título é “Diário do Clima: aventuras e a ciência por trás da série de televisão ‘Terra, que tempo é esse?'”. Esta obra é resultado de uma viagem por catorze países durante seis meses em busca de explicações e soluções para o problema do aquecimento global. O livro contém também entrevistas com autoridades mundiais no assunto. Na minha opinião, esse livro é altamente tendencioso, pois nessa viagem dela ao redor do mundo, ela só visita 14 países, sendo que existem cerca de 200 países no mundo inteiro, ou seja, ela deixou de visitar cerca de 93% dos países que existem na atualidade. Ela também mostra falsas evidências de que o planeta está se aquecendo. Uma coisa que eu gostaria de saber é quem são essas autoridades mundiais no assunto que ela entrevistou. Será que ela ouviu também as opiniões dos cientistas que discordam da teoria do aquecimento global antropogênico? Provavelmente não. Se ouviu, provavelmente não quis colocá-las no livro. Essa Sonia Bridi provavelmente se acha uma especialista em clima, sendo que ela é apenas uma mera jornalista.

  2. 2 Fernão 20/06/2012 às 23:42

    Já repararam que, hoje, pouco se fala em “aquecimento global”, tendo-se substituído essa expressão por “mudanças climáticas”? Pelo jeito, fica cada vez mais difícil para os interessados sustentarem a sua teoria do apocalipse… O assunto certamente precisa ser tratado com mais seriedade e as soluções não virão através da política, mas pela tecnologia.

  3. 3 Enio Augusto 21/06/2012 às 12:01

    Eu tenho percebido que os canais de documentários como o NatGeo, Discovery e History Channel são altamente tendenciosos quando o assunto é aquecimento global. Eles só dão ouvidos aos alarmistas do aquecimento global antropogênico. Até hoje, eu nunca vi um único documentário nesses canais que contestasse a teoria do aquecimento global antropogênico. Nesses documentários, só falam a mesma ladainha que estamos cansados de ouvir na mídia televisiva e escrita. É realmente incrível como eles ignoram o papel do Sol e dos oceanos no controle da temperatura do planeta. Acham que o CO2 é que é o grande responsável pelo controle da temperatura. Na minha opinião, esses canais deveriam ser imparciais não importa qual seja o assunto, mas infelizmente não é isso que acontece na realidade.

  4. 4 Sérgio Luiz Nascimento Junior 25/06/2012 às 04:02

    Caro Mario, antes de mais nada, parabéns pelo blog e pela iniciativa de divulgar a verdade sobre um tema tão comentado, debatido e, infelizmente, manipulado por um grupo de pessoas que se dizem “cientistas”, que através da hipótese do AGA pisoteiam as bases e princípios da ciência divulgando mentiras e usando-as como instrumento para impedir o desenvolvimento em países como o nosso. Estudo Engenharia Ambiental na UTFPR e, durante boa parte da minha graduação, tratei como relevante essa balela ambiental criada sobre mudanças climáticas. Porém, ao me informar muito sobre o assunto nos últimos meses, constatei a gravidade encontrada na ausência de disciplinas pertinentes à área de climatologia, não só na grade curricular de minha instituição, mas em muitas outras que observei. Pergunto: – porque grande parte dos cursos de Engenharia Ambiental são desprovidos dessas disciplinas, uma vez que trata-se do assunto de maior relevância e repercussão na área ambiental? Como o MEC permite que eu me forme acreditando em mentiras e falácias de IPCC, ONU e afins? Será que os Acordos Internacionais relacionados a questões climáticas assinados por nossos representantes políticos buscam tal omissão? Grande abraço, belo trabalho, até mais!


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